Caderno d'Anotações [6]

Ladislau da Regueira | Caderno d'Anotações | A ilussão sempre nos achega à idiotez (1998)
Ladislau da Regueira | Caderno d'Anotações | Na Epifania com Xabirroade (1998)
Ladislau da Regueira | Caderno d'Anotações | A Inquisição sobre mim é onanista.1 (1998)
Ladislau da Regueira | Caderno d'Anotações | A Inquisição sobre mim é onanista. 2 (1998)
Ladislau da Regueira | Caderno d'Anotações | O alegre vazio dum sorriso (1998)
Ladislau da Regueira | Caderno d'Anotações | Coraçom meu~Não jeonlho~Dobradiça impossível (1998)
Ladislau da Regueira | Caderno d'Anotações | Asas para que os quero ... pra'voar? (1998)
Ladislau da Regueira | Caderno d'Anotações | As sedosas asas pretas (1998)
Ladislau da Regueira | Caderno d'Anotações | Homenagem a Karl Kraus (1998)
Ladislau da Regueira | Caderno d'Anotações | Se achegar à orige, mitigar a ânsia (1998)
Ladislau da Regueira | Caderno d'Anotações | Historiografia dum caiuco centronhês. Documento 1 (1998)
Ladislau da Regueira | Caderno d'Anotações | Historiografia dum caiuco centronhês. Documento 5 bis1 (1998)
Ladislau da Regueira | Caderno d'Anotações | A espada de vidro (1998)
Ladislau da Regueira | Caderno d'Anotações | O tetraciclo multiplo (1998)
Ladislau da Regueira | Caderno d'Anotações | O peixinho voador americano (1998)
Ladislau da Regueira | Caderno d'Anotações | Amigo que cuidava ser comunista, mas'stava no pê-cê-é, ou efe, ou guê (1998)
Ladislau da Regueira | Caderno d'Anotações | O Cálize do Mar de Dentro (1998)
Ladislau da Regueira | Caderno d'Anotações | A sua asa dereita (1998)
Ladislau da Regueira | Caderno d'Anotações | Sempre chove mas nunca escampa (1998)
Ladislau da Regueira | Caderno d'Anotações | A sua asa esquerda (1998)